quarta-feira, 31 de março de 2010

PARE, ESCUTE E OLHE

Trailer Cinema "Pare, Escute, Olhe" from Pare, Escute, Olhe on Vimeo.

PARE, ESCUTE E OLHE.
O Premiado Documentário de Jorge Pelicano

NOS CINEMAS A 08 DE ABRIL

LUSOMUNDO AMOREIRAS | LISBOA
CINEMA CITY ALVALADE | LISBOA
LUSOMUNDO PARQUE NASCENTE | PORTO

TRÁS-OS-MONTES, ESQUECIDO E DESPOVOADO, VÍTIMA DE PROMESSAS POLÍTICAS IMCUMPRIDAS DOS QUE JURARAM DEFENDER A TERRA.

O ANÚNCIO DO PLANO NACIONAL DE BARRAGENS LANÇADO PELO GOVERNO DE JOSÉ SÓCRATES VOLTA A AMEAÇAR A REGIÃO TRANSMONTANA.

EM NOME DO PROGRESSO, A CENTENÁRIA LINHA FERROVIÁRIA E PATRIMÓNIO DO VALE DO TUA ESTÃO EM RISCO DE SUBMERGIR COM A CONSTRUÇÃO DA BARRAGEM DE FOZ-TUA.

AS NECESSIDADES DAS POPULAÇÕES NÃO TÊM PESO, O POVO NÃO TEM VOZ.

AS ASSIMETRIAS ENTRE O LITORAL E INTERIOR DE PORTUGAL NUNCA ESTIVERAM TÃO ACENTUDAS.

“PARE, ESCUTE, OLHE” É UM DOCUMENTÁRIO DE REFLEXÃO. MILITANTE NA DEFESA DO PATRIMÓNIO DO VALE DO TUA.

UM RETRATO ACTUAL DE UM PORTUGAL DOS DISCUTÍVEIS INVESTIMENTOS PÚBLICOS, MERGULHADO NUMA GRAVE CRISE ECONÓMICA.

“PARE, ESCUTE, OLHE” É UM ALERTA, UMA DENÚNCIA, UMA VISÃO A LONGO PRAZO DE PORTUGAL.

2 comentários:

  1. Não vou poder ver, nesta data e locais. Espero por novas exibições. Estou curioso.

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  2. Paulo Jorge Felisberto, Coimbra

    Não se entenda isto com o uma "boca" mas acho que a aposta em boa cultura nacional ou na sua exibição e préstimo de conhecimento deixou, mais uma vez, Coimbra, entre outros locais onde só a cultura de cinema americano é expansível e financeiramente viável, na sombra das boas obras portuguesas. Talvez para meados de Setembro nasça o sol por estas bandas e possamos ver o dito documentário numa sala de 400 lugares que esgota na primeira manhã em que abre a bilheteira do Teatro Académico Gil Vicente, numa visulização pontual de apenas uma sessão como se de um circo ou algo dessa espécie se trate. É lamentável que só as grandes polis de Lisboa e do Porto recebam o privilégio de assistir, em estreia, a esta peça e outras, muitas mais, sejam esquecidas e depois relembradas apenas para não ficar mal ou por vontade de alguém completamente desresponsabilizável pela divulgação da cultura e arte portuguesas. Com toda a certeza a peça valerá os louros que já recebeu, esperarei para ver, lá para meados de Setembro!

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